quarta-feira, 27 de abril de 2011

Inferno! ... Árido...Gelado....


Fúria destinta do ódio e semelhante a luz, que relude sobre meus olhos iluminando o resplandecer do inferno. Este que habita meu ser desde que abri minha mente ao amor, inferno não como um vulcão ardente e quente, mas sim como um deserto gelado e árido.
Areia fluente como o mar, mas áspera e cortante tal qual as suas palavras sobre mim, cada minuto que dói mais penso em sua pele macia e suave, o único motivo para continuar com minha viagem sobre o deserto árido e gelado que reside dentro das celas de meu coração.
Procurei a verdade, e cheguei a uma única conclusão, a verdade somos nós que fazemos.
O medo segue aqueles que refratem o pesar ao próximo, sentimentos sem zelo não se trancam em grandes portas nem se esquecem, tais são mostrados a flor do pensamento no auge do combate entre fogo e gelo.
Para que descrever seus sentimentos e pensamentos em palavras se tais são expressos? Eis a questão, tal ato pode ser considerado uma ação de fraqueza à aqueles que não conseguem lidar com seus fantasmas.
Muitas vezes perguntas sobre a morte me vêem ao consciente, conclusões são formadas sem um único termo real , mas também não considerado uma mentira, apenas uma teoria em modo figurado.

Morte não é um castigo, o ser humano apenas não merece a imortalidade.

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