As folhas voam, o vento sopra, o gelo queima, o fogo se esvai
Coração se icendeia, ilumina uma parte, escurece a razão
Morte trazida pela fé, treinada para amar seu deus
Que morreu por você, eu, nós estamos desrespeitando, julgando nossa real natureza?
Cavaleiros trazem à terra a bandeira da paz
Manchada de sangue inocente, espada limpa, fé suja.
Parceiro ao incontestável deus sagrado, incontinente.
O rio flui, a pedra cai, a pele morre junto com a crença no desconhecido, o acreditar no indefinido, a tão procurada fé!
Traz esperança aos fortes e desespero aos fracos.
Risadas aos mortais, lágrimas aos heróis!
Nem que a morte do entardecer da aurora rejuvenesça o anjo ceifador, a busca infinita pela essência do mirari nunca acabará. Eis aqui minhas palavras de ser mortal que paira sobre o universo de gravidade absoluta, e paz obsoleta.
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